23 julho 2014

CLIPPING: 'ARMADILHA' É O MELHOR PRA MONITORAR A DENGUE

Rio - Apesar de ser o método mais usado para monitorar o risco da dengue, o Levantamento Rápido do Índice de Infestação de Aedes aegypti (LIRAa) não é o mais eficiente. Pesquisa da Fiocruz, encomendada pelo Ministério da Saúde, mostra que pequena ‘armadilha’ que captura ovos do inseto, a Ovitrampa, é o meio mais sensível de avaliar a infestação do mosquito. 

O estudo durou dois anos e meio e analisou, além do índice de larvas (LIRAa) e da Ovitrampa, a Adultrap, o BG Sentinel e a Mosquitrap, armadilhas que capturam o mosquito na fase adulta. De todas, a Ovitrampa recebeu a nota máxima nos cinco critérios analisados, foi a que melhor pegou o ‘alvo’, além de ser a mais barata. Já o método com as larvas recebeu a pior avaliação. 


Agente de Saúde coloca Ovitrampa dentro de residência de carioca
Foto:  Uanderson Fernandes / Agência O Dia

De acordo com Denise Valle, pesquisadora do Instituto Oswaldo Cruz e coordenadora do projeto, o LIRAa analisa apenas a presença de focos em imóveis, sem contar a quantidade dos futuros mosquitos. “Uma tampa de garrafa e uma caixa d’água recebem a mesma avaliação, no LIRAa, porque não é considerada a quantidade de larvas.” 

A pesquisadora ressalta ainda que o levantamento depende da busca ativa dos agentes de saúde e da autorização da entrada nas casas, o que nem sempre acontece.

Segundo ela, a Ovitrampa consegue monitorar o Aedes de forma eficiente, principalmente, porque reproduz o ambiente preferido do mosquito para colocar ovos. A armadilha usa um vaso preto, água com uma substância que atrai a fêmea. “Cerca de 90% dos ovos colocados ali são de Aedes”, disse. O estudo foi feito em quatro regiões do país com maior incidência de dengue: Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste. No Rio de Janeiro, participaram os municípios de Duque de Caxias e Nova Iguaçu. Agentes de saúde também participaram da pesquisa.

No Rio, técnica já é usada há dois anos 


No município do Rio de Janeiro, a Ovitrampa é usada há dois anos e hoje todos os bairros da cidade recebem o equipamento. De acordo com Marcus Vinicius Ferreira, coordenador de Vigilância Ambiental em Saúde, da Secretaria Municipal de Saúde, todo mês 3.450 pequenas armadilhas são distribuídas. Ele ressalta, porém, que a técnica é complementar ao LIRAa e não pode substituir o levantamento de larvas.
Segundo Marcus, o LIRAa mostra quais são criadouros mais usados pelo mosquito de acordo com a região da cidade. “Se em um bairro percebemos que focos estão em caixas d’água, podemos distribuir capas, por exemplo”. O levantamento e a armadilha são feitos nos mesmos locais na cidade. [grifo nosso]

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Fonte: O Dia. Disponível em: <http://odia.ig.com.br/noticia/rio-de-janeiro/2014-07-21/armadilha-e-o-melhor-para-monitorar-a-dengue.html>. Acesso em: 22 jul. 2014.

16 julho 2014

PREFEITURA SANCIONA LEI QUE GARANTE R$ 130 MILHÕES PARA CLÍNICAS DA FAMÍLIA

A Prefeitura do Rio sancionou ontem, dia 15, lei que autoriza a Câmara dos Vereadores a destinar R$ 130 milhões decorrente de sua economia orçamentária ao Poder Executivo Municipal, para serem utilizados na construção e implantação de clínicas da família. O Projeto de Lei nº 734-A/2014 determina que a prefeitura encaminhe, a cada três meses, cronograma de aplicação dos recursos a Casa. A meta da prefeitura é alcançar 70% de cobertura do Programa Saúde da Família até 2016, com a construção de 68 novas clínicas da família.

Ao final de 2016, mais de quatro milhões de cariocas serão beneficiados pela estratégia em todo o município. As novas unidades serão construídas em todo o município. Vidigal, Maré, Complexo do Alemão, Andaraí, Santa Teresa (Morro dos Prazeres e Escondidinho), Cordovil, Rio das Pedras, Praça Seca, Acari, Irajá, Cidade de Deus, Barros Filho, Bangu, Vila Kennedy, Realengo, Campo Grande e Santíssimo são alguns dos bairros que ganharão clínicas.


As clínicas da família contam com equipes multidisciplinares de médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, dentistas, agentes comunitários e de vigilância em saúde, técnicos de saúde bucal, e outros. Além de consultas médicas e ações de promoção da saúde, as unidades oferecem exames laboratoriais, ultrassonografia, eletrocardiograma e raios-x.

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Fonte: Diário Oficial do Município do Rio de Janeiro | Poder Executivo | Ano XXVIII | Nº 82 | Quarta-feira, 16 de julho de 2014

14 julho 2014

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE SAÚDE E MEIO AMBIENTE

A Olimpíada Brasileira de Saúde e Meio Ambiente (OBSMA) é um projeto educativo bienal promovido pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para estimular o desenvolvimento de atividades interdisciplinares nas escolas públicas e privadas de todo o país. Dentre os principais objetivos da OBSMA, destacam-se o reconhecimento do trabalho desenvolvido por professores e alunos nas escolas e a cooperação com a divulgação de ações governamentais criadas em prol da educação, da saúde e do meio ambiente.

A Olimpíada é voltada aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, de escolas públicas e privadas do Brasil, reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) e visa fortalecer nos jovens estudantes o desejo de aprender, conhecer, pesquisar e investigar. Criada em 2001, a OBSMA busca incentivar a realização de trabalhos que contribuam para a melhoria das condições ambientais e de saúde no Brasil, além de possibilitar que o conhecimento científico se torne próximo do cotidiano escolar e que as atividades pedagógicas de professores e escolas ganhem visibilidade.

Clique aqui e veja o site oficial do projeto.

Fonte: Fiocruz. Disponível em: <http://www.olimpiada.fiocruz.br/>. Acesso em: 14 jul. 2014.

RELAÇÃO DOS CONVOCADOS PARA A CAPACITAÇÃO TÉCNICA PARA FORMAÇÃO DE APOIOS DE CAMPO DA CAP 5.3


NOVO SISTEMA FACILITA INTERCÂMBIO DE DADOS SOBRE AÇÕES MUNICIPAIS NA CIDADE [RIO DE JANEIRO]

Um novo sistema de informações vai agilizar a troca, armazenamento, análise e divulgação dos dados da Prefeitura do Rio. O Sistema Municipal de Informações Urbanas (Siurb) será coordenado pelo Instituto Pereira Passos (IPP) — órgão da prefeitura já responsável pelos dados estatísticos, cartográficos e geográficos da cidade — e integrado por todas as secretarias, fundações e demais órgãos diretamente responsáveis pela implementação da política de desenvolvimento urbano, social e ambiental do município. Até o próximo dia 03/08, todos os órgãos municipais deverão fornecer ao IPP as informações referentes aos seus principais programas e projetos concluídos, em curso ou programados.

09 julho 2014

CLIPPING: NOVO SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE TOMA POSSE

Em cerimônia de transmissão de cargo, realizada na manhã desta quarta-feira (9/07), no Palácio da Cidade, o prefeito Eduardo Paes deu posse a Daniel Soranz, novo secretário municipal de Saúde, que estava à frente da Subsecretaria de Atenção Primária, Vigilância e Promoção da Saúde. O médico sanitarista e pesquisador substitui o cardiologista Hans Dohmann, que deixa o cargo após cinco anos e meio de uma gestão marcada por transformações positivas na rede municipal de saúde, como a implantação das Clínicas da Família, do programa Cegonha Carioca e pela reestruturação no atendimento de urgência e emergência da cidade. A solenidade reuniu, além do prefeito e dos ex e atual secretários, o ex-ministro da Saúde, José Gomes Temporão, o presidente da Academia Nacional de Medicina, Pedro Novelino, e membros do Conselho Municipal de Saúde e familiares dos homenageados.

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Fonte: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=4807462>. Acesso em: 09 jul. 2014.