26 janeiro 2016

CLIPPING: PREFEITURA REALIZA AÇÃO DE COMBATE AO AEDES AEGYPTI NO SAMBÓDROMO

Faltando poucos dias para o carnaval, a Prefeitura do Rio intensificou as ações de fiscalização e combate ao mosquito Aedes aegypti no Sambódromo, que receberá um grande número de pessoas para os desfiles das escolas de samba. Na manhã desta terça-feira (26/01), uma equipe de 25 agentes de Vigilância Ambiental em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) esteve na Marquês de Sapucaí para realizar aspersão de inseticida (fumacê) e vistoria dos setores. O Sambódromo será palco das competições de tiro com arco durante os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, e da chegada e da largada da maratona olímpica. 
  
O trabalho dos agentes, que durante o ano acontece de 15 em 15 dias, será feito semanalmente e incluirá a Cidade do Samba e as quadras das agremiações. A atividade integra as ações de combate ao mosquito transmissor dos vírus da dengue, zika e da chikungunya em toda a cidade.

- É um local com grande aglomeração de pessoas e a presença de vetores pode propiciar uma epidemia. Diminuindo a quantidade de mosquitos, reduzimos o número de fêmeas e, assim, a proliferação de larvas. Os agentes aplicaram inseticida em todos os setores, dando atenção especial aos ralos - disse o coordenador de Vigilância Ambiental em Saúde da SMS, Marcus Vinícius Ferreira.
  
O Sambódromo passa por obras para a instalação de cadeiras, arquibancadas e camarotes para o carnaval. Por conta disso, os agentes realizaram uma varredura para eliminar depósitos e fazer tratamentos, caso seja necessário. A operação é realizada em várias etapas: primeiro, com o carro do fumacê e, em seguida, agentes a pé vistoriam e imunizam cada setor.
  
As ações de combate ao Aedes Aegypti em grandes eventos não se restringem ao carnaval carioca. A secretaria também tem voltado sua atenção para as instalações dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016, eventos que a cidade receberá nos meses de agosto e setembro deste ano, respectivamente. As inspeções acontecem desde o começo de 2015.

- A cada equipamento entregue é feito um trabalho diferenciado, com visita e vistoria pelos agentes de saúde. Em abril, tanto os centros de treinamento quanto o alojamento dos atletas, bem como os locais de competição, contarão com agentes fixos e receberão a mesma atenção que o Sambódromo recebe agora. Isso nos dá a garantia de que o problema será minimizado durante o evento - explicou Marcus Vinícius. 

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Fonte: Portal da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?id=5882890>. Acesso em: 26 JAN. 2016.